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Afetividade na formação e no ensino


No dia 25 de janeiro, data do aniversário de 60 anos da UFAL, ocorreu um evento online com o tema "PIBID e PRP nas escolas de Alagoas: Interações, conexões e saberes", que teve como palestrante a professora Isabel Higino.

Na palestra intitulada "Afetividade nas relações de ensino e aprendizagem" a professora nos trouxe o conceito de afetividade, que é basicamente a capacidade que o ser humano tem de ser afetado. 

Sabemos que os professores possuem esse papel na vida do aluno, conclui-se assim que o afeto educa e é por isso que nossa formação precisa ser humana, não devemos ensinar só o que está no currículo, mas também ensinar a olhar para o outro, ensinar a compartilhar e a colher, ensinar a amar, entre tantas outras virtudes.

Além disso, foi falado sobre como nos tempos atuais o professor está se reinventando. Agora ele não é mais só professor, ele é também mediador e mentor. Sai o docente e entra aquele indivíduo que orienta, que cria significados, que contextualiza o conhecimento.

É importante fazer com que o aluno compreenda aspectos da natureza cognitiva, como a escrita, a matemática, os fenômenos biológicos, as questões sociais, ambientais e politicas. É através dessas relações constituídas que o individuo se sentirá capaz de resolver seus problemas, superar os possíveis obstáculos que surgirão no meio do caminho e assim, crescer e se desenvolver.

Espera-se portanto que essas relações sejam positivas, que desenvolvam a empatia, estimulem a superação e desenvolvam a autoestima. Entretanto, quando essas relações são negativas, a aproximação com o aluno será mais difícil ainda para o professor, no que se diz respeito ao seu processo de aprendizagem e também afetividade. Por isso devemos buscar cultivar um relacionamento amigável. Como falado durante a palestra, para ser professor é preciso gostar de gente!

Por último, destaco abaixo uma citação feita pela palestrante, que no meu ponto de vista define bem o tema abordado no evento:

"Todo mundo tem que saber que é amado, que é valorizado"

E é daí que vem a importância da afetividade nas relações de ensino e aprendizagem.

 

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